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Page history last edited by Vera Prates 2 years, 10 months ago

 

 

UNIDADE 1

 

DOSSIÊ DA INCLUSÃO ESCOLAR

 

            Sou professora há 31 anos sempre trabalhei com crianças e sempre fiu regente de classe.Atualmente tenho duas 3ª série e sou professora da rede estadual.

            Durante a minha vida profissional tenho encontrado alguns alunos com necessidades especiais, mas todos os alunos foram atendido de uma forma mais próxima e respeitando o ritmo de cada um,   tivemos ao final do ano um bom resultado e um aproveitamento satisfatório.

             Já tive alunos cadeirantes, alunos que usavam muletas,com deficiência em braços, todos eles com bom desenvolvimento cognitivo, com dificuldades de motricidade ampla e fina e algumas limitações que necessitavam de alguma atenção mais específica. Esse tipo de necessidade especial é mais fácil de ser aceito e de ser trabalhado na escola basta pequenas adaptações na estrutura e a professora com um pouco de boa vontade e dedicação faz um trabalho que o aluno pode ser razoávelmente atendido. Faltando um acompanhamento de especialistas como um fisioterapeuta ou que seja um professor de educação fisica que possa atendê-los individualmente, um laboratório de aprendizagem que trabalhe parte mais individualmente as suas necessidades.

             Embora a educação especial seja lei já a algum tempo não vinha sendo uma realidade nas escolas, poucos eram os alunos que procuravam as escolas regulares.     

            Hoje devido a informação há uma demanda dessa clientela que está chegando as escolas sem que sejamos avisado pelos pais, no momento da matricula. Eles simplesmente se apresentam com a criança em nossa porta e a partir desse momento em diante a escola que se responsabilize pela criança ou melhor a professora que se vire agora o problema as dificuldade são dela. Nas escolas estaduais se tem muito pouco a oferecer a essas crianças, na minha escola não temos nem Orientação Educacional.

               Está a segurado pela constituição brasileira o direito de todos à educação, garantindo assim, o atendimento  educacional de pessoas que apresentam necessidades educacionais especiais.

               Segundo Bueno (1994), é mínimo o acesso à escola de pessoas que apresentam deficiência, com o agravante de esse acesso servir mais a legitimação da marginalização social do que à ampliação de oportunidades educacionas para essa população.

                Para reforçar o compromisso do país em promover a educação na LDB expressa alguns avanços siginificativos dos serviços educacionais par alunos com necessidades espciais e de op professor estar preparado e com recursos adequados par atender à diversidade dos alunos.

             Na realidade apesar das leis os serviços especializados e o eo atendimento das nessidades específicas dos alunos garantidos pela lei estão muito longe de serem alcançados. O que temos em nossas escolas é a carência de recursos pedagógicos e a falta de formação de professores para lidar com essa clientela.

            As mudanças sociais estão ainda mais  nas intenções do que nas ações.

 

                               UNIDADE 2

 

  Trabalho na Escola Estadual de Ensino Médio Mário Quintana em Cachoeirinha a qual conta com um grupo docente de mais ou menos 60 professores. Uma diretora, três vices- diretores duas suprevisoras, duas orientadoras educacionais, três bibliotecárias  e doze funcionários.  O grupo discente é formado por 1200 alunos que estão distribuidos em três turnos que vão do 1º ano das séries iniciais, até o 3º ano do Ensino Médio. Temos uma escola com uma ampla área física, sala de aulas em bom estado, mas não temos nenhum espaço apropriado para receber alunos de inclusão, uma única adaptação que a escola providênciou já a algum tempo foram rampas nas portas. Os banheiros continuam sendo iguais para todos. Não temos muitos alunos de inclusão. Na parte pedagógica não há nem trabalho  específico para alcançar esses alunos. Não há nem professor com formação especial para trabalhar com aluno de inclusão. Os alunos que recebem algum tratamento é fora da escola por iniciativa e busca  dos pais junto aos órgãos públicos.  

  • Um aluno cadeirante com paralisia da cintura para baixo,é aluno  da escola desde a 1ª série hoje cursando a 7ªsérie. 

  • Um aluno com muita dificuldade para andar e usa muletas que também esta  na escola desde a 1ª série agora cursando a 8ª série.

     

  • Um aluno que era normal  e devido a uma doença degenerativa está com muita dificuldade para andar e a previsão é  vir a ficar sem poder se locomover, é aluno da escola  desde a 1ª série agora está na 8ª série.  

  •  Uma aluna com deficiência em um braço na 6ª série. 

  • Um aluno com síndome de Down no 1º ano.As crianças com necessidades especiais estão todas inclusas não sofrem nenhuma descriminação na escola.  

    As Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, Resolução nº. 2/2001, no artigo 2º, determinam que : os sistemas de ensino devem matricular todos alunos, cabendo às escolas organizar-se para o atendimento aos educando com necessidades educacionais especiais, assegurando as condições necessárias para uma educação de qualidade para todos. 

       A lei determina que todos os alunos devem ser matriculados e a  assegura  o atendimento pelas escolas a essas clientela, que vem procurando cada vez  mais um atendimento especializado  só que a mesma no capítulo V, que trata  da Educação Especial também diz que " haverá quando necessário, serviço de apoio especializado, na escola regular para atender as peculiariedades da clientela de educação especial." Mas na realidade esses alunos só têm mesmo é o direito a matricula e a estar na escola porque o que realmente a lei determina o atendimento a suas necessidades ainda está longe de acontecer.     

  

                                             UNIDADE 3

 

 

                 SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM CACHOEIRINHA

 

 

Como trabalho em uma escola da rede estadual os serviços oferecidos pelo município não atendem a maioria dos nossos alunos, o que nos causa grande preocupação. Os serviços oferecidos pelo município atendem preferêncialmente os alunos da rede municipal ficando para os alunos da rede estadual as vagas que sobram.

 É necesário um esforço conjunto e contínuo  de toda a sociedade para que esses alunos possam ter o atendimento de que precisam sejam eles da rede de ensino estadual ou municipal, para que assim as pessoas com necessidades especiais  sejam melhor atendidos  e respeitados.

 

 

A Secretaria Municipal de Educação de Cachoeirinha dispõe de alguns serviços especializados  para atendimento de alunos de inclusão da rede municipal.

 

      Salas de Integração e recursos:(SIR)

 Essas salas são pólos de atendimentos especializados, que atendem o município por regiões. Estão distribuídas da seguinte forma:

  • Cinco salas para atendimento de alunos de Ensino Fundamental.

  • Uma sala para alunos de Educação especial  e do 1º ano.

  • Uma sala para atender deficiêntes visuais.

  • Uma para atender deficiêntes auditivos.

 Todas salas de recursos são atendidas por profissionais especializados. Esses profissionais  também prestam acessoria aos professores, tanto na orientação para trabalhar com os aluno inclusos como no planejamento.Cada sala atende em média de 20 a 30 alunos.

 

      Projeto de Psicomotricidade Relacional

Este atendimento se dá numa sala de recursos em convênio com uma Academia de ginástica que conta com uma piscina térmica onde são relizados os exercícios aquáticos. A avaliação desses alunos para ser atendido pelo projeto é feita por uma psicomotricista. Este projeto atende em média 44 alunos da rede.

 

      O CIAN é um Centro de Informática para atender alunos da rede. Este Centro desenvolve um projeto que atende alunos com deficiência mental de inclusão do Ensino Fundamental e EJA.

 

 

 

                     ESTUDO DO CASO

 

 

 

O caso que tenho procurado estudar para fazer o relato pedido na unidade da interdisciplina é do aluno Rafael da 3ª série da E. E. de ensino Médio Mário Quintana em Cachoeirinha

 

Nome: Rafael

Idade: 9 anos

 O Rafael é aluno da escola desde a pré escola, mora no bairro com  a avó e o avô que são um casal ainda bem jovem o quais  se refezam nos cuidados com ele. É filho da filha desse casal a qual teve o menino ainda muito jovem e pai da criança não assumiu o compromisso de criar, sendo assim os avós assumiram a criação dele logo depois que nasceu e têm acompanhado o menino em todo o seu desenvolvimento.

 Sendo assim ele é neto único, mora com os avós em uma casa própria num bairro bem situado.

 as informações que tenho foram dadas pela avó. Pois a mãe nunca apareceu na escola neste três anos de escola que ele tem.

Nasceu em um hospital em Porto Alegre de cesariana, após complicações no parto as quais quase levaram ao óbito juntamente com sua mãe.

A mãe tem depressão e transtorno bipolar. Na infância por falta de conhecimento dos pais numca foi tratada ou acompanhada por um médico.

Segundo o psiquiatra o problema é hereditário no caso dele pela linha materna a mãe, o avô e o bisavô.Ele tem picos de comportamentos as vezes está comportado, obediente n, interssado e estudioso em outras está irritado rebelde, desobediente testando todos os limites.

O psiquiatra explicou para os responsáveis que o que acontece no caso dele é que o cérebro produz três substâncias serotonina, dopamina e outra cuja a avó não recorada o nome.  Uma dessas substâncias ele produz a menos e aoutra em excesso.Quando envia o que sobra de uma só vez tem o efeito de uma bomba explode de uma só vez. São os picos de comportamento que ocorre durante o dia.

Para reduzir esses efeito ele toma pela manhão um medicamento Ritalina cuja ação faz ele se concentrar no horário escolar e tem a duração de 3 a 4 horas. A noite toma Tofanil um anti-depressivo suave que também atua na enurese noturna.

Ele faz acompanhamento com psicólogo, neurologista pediátrico, psiquiatra e nefrologista.

 

                        APRENDIZAGEM

 

Ao iniciar a interdisciplina Educação de Necessidades Especiais os meus conhecimentos sobre inclusaõ eram bastante restritos porque pouco se fala sobre esse assunto e quando nos deparamos com alunos que chegam a nossa escola pouco sabia das leis e da história da inclusão e do que está sendo feito por essa parcela da população que foi em muitos momentos esquecida dos goverantes.

A comunidade escolar precisa estar em constante mobilização para que esses alunos recebam através da escola a orientação necessária para buscar nos órgão públicos uma oportunidade de crescimento e assistência permanente as suas necessidades.

Para que o aluno de inclusão possa ser verdadeiramente incluído no processo educativo é preciso mais investimento por meio de políticas públicas para a educação para que o professor tenha condições dignas de desenvolver um trabalho adequado com esse aluno.

Para mim muito tem contribuído os conhecimentos que recebi através dessa interdisciplina porque posso falar com mais segurança e buscar orientar os responsáveis para buscar assistência aos seus.

 

                                           UNIDADE 4

 

 O Rafael mora em uma casa em boas condições a avó leva-o para a escola e vai buscá-lo de carro é bem vestido participa de todos os passeio feito pela escola. O avô é sargento da Brigada Militar, a mãe mora sozinha e faz faculdade de Pedagogia e as vezes ele vai estar com ela nos fim de semana, mas quando retorna vem sem o medicamento que é dado pela manhã. A avó queixa-se que ela não cuida dele como deve.

A avó relatou que no ano anterior fez um teste junto com a professora a pedido da mesma por achar que ele ficava muito apático com a medicação deixaram-o 2 meses sem medicá-lo e o resultado foi desanimador ele não fazia nada em aula, não fazia tema não tinha nenhuma concentração. Voltou tomar a medicação e houve uma melhora significativa na aprendizagem e no comportamento.

 

                                        UNIDADE 5

 

 A minha escolha pelo aluno Rafael foi por não ter próximo  um aluno que eu tivesse contato diário e conhece a família.

E por observar que ele era um aluno pouco participativo mas muito querido e afetivo. Ele reage  pouco as situações, mas tem tido um bom proveitamento procura sempre realizar as atividade solicita que eu as corrija quando oriento para que procure refazer algum exercício ele faz com interesse em acertar. Tem um caderno pouco organizado. Sempre que pergunto alguma coisa ele responde prontamente.

 

                                        UNIDADE 6

 

 O Rafael relaciona-se bem com os colegas. Os responsáveis são participativos e muito interessados no processo de aprendizagem dele. Sempre estão na escola e perguntam com frequncia sobre o comportamento dele com a professora e o relacionamento dele com os colegas. Ele brinca no recreio joga bola é solicitado a particiapr das brincadeiras na pracinha provoca as menina  com frequência que elas vêm queixar-se dele.

Os professores e funcionários conhecem e sabem pelos responsáveis das dificuldades dele e todos procuram colaborar tendo com ele um olhar mais atenciosso quando anda pela dependências da escola. Não o protegendo mas cuidando-o  não intervir mas estando atento ao seu comportamento.

 

 

                           UNIDADE 7

 

Ao chegar ao final de mais uma interdisciplinam me reporto ao início e percebo  o quanto era restrito o meu conhecimento sobre inclusão.  Após as leituras dos textos sugeridos, reflexões nos fóruns e troca de experiências com colegas, professores e tutores tenho uma visão mais ampla sobre as questões que falam sobre inclusão na educação infantil e no ensino fundamental. Durante o semestre uma das unidade marcantes foi a parte do histórico da inclusão no Brasil, o quanto é recente a atenção dada a essa parcela da sociedade tão esquecida pelo poder público, também as políticas públicas de nossos municípios que não conseguem assistir a toda essa população que precisa de um atendimento especializado, a realidade de nossas escolas tão despreparadas para receber essa clientela e nós profissionais precisando de uma formação para melhor atender nossos alunos de inclusão.

As nossas escolas devem preparar-se para a diversidade buscando um novo modo de conviver em comunidade onde possam aprender coletivamente. E assim juntos devem construir um ambiente escolar com estrutura e métodos democráticos que respeitem as diferenças e permitam a todos um processo escolar com novos objetos como : pluralismo cultural, a liberdade, a justiça social, o respeito mútuo, a tolerância e a solidariedade. A escola deve repensar suas práticas e estar informada da diretrizes básicas da educação inclusiva no espaço escolar é necessário que a comunidade escolar busquem um novo modelo de escola em todos tenham voz e vez reformulando seu currículo e forma de avaliação. A partir do momento em que escola se possicione em relação a educação contemplando as diferenças buscando oportunizar a eles uma educação de qualidade vai cobrar dos órgãos públicos  mais investimento tanto em políticas públicas educacionais como na formação continuada de docentes para que os alunos de necessidade especiais possam ser respeitados como parte integrante da sociedade.    

 

 

 

 

 

 

 

 

Comments (8)

Vera Prates said

at 6:36 pm on Apr 9, 2009

testando

Daniela said

at 4:11 pm on May 13, 2009

Boa tarde Vera,
Vou postar os comentários por unidades. OK?!
Sobre a unidade 1: você faz importantes colocações sobre o ensino, como quando afirmas que a inclusao de alunos com deficiências físicas é mais 'fácil' uma vez que o sognitivo esta mais preservado, muitas vezes, apesar de mais vísiveis, os alunos com deficiência física acabam sendo mais acolhidos na escola por não representarem um desafio tão grande como o de incluir alunos com deficiência mental ou autismo. Em relação a carência de formação dos professores e falta de recursos das escolas para investimento em formação e adaptações arquitetônicas você também faz pertinentes ponderações. Gostaria de elogiar a disposção gráfica de teu texto que esta convidadativo ao leitor. Também mesclas comentários seus e indicações bilbiográficas a partir das leituras da interdisciplina o que evidencia apropriação de certos conceitos. Talvez você possa se apresentar um pouco melhor, dizendo qual sua formação, por exemplo. Bom trabalho.
Abs,
Daniela

Daniela said

at 4:25 pm on May 13, 2009

Vera,
Sobre a Unidade 2: você contextualiza sua escola, da rede de Cachoeirinha e informa que apenas rampas foram construídas, no entanto em seu relato fica evidente que sua escola já trabalha com a inclusão a muito tempo, mesmo que as adaptações arquitetônicas estejam aquem das expectativas. Também ao descreveres os alunos com necssidades educacionais especiais mostras que estes alunos premanecem na escola progredindo na seriação o que é significativo. Alguns detalhes que podes observar para melhorar seu texto, quando escreves "aluno que era normal' dá a entender que outros não o são, acho mais adequado usar a expressão aluno sem deficiência e aluno com deficiência, ainda que tenha como causa da deficiência uma doença degenerativa. O nome da Síndrome é Down. Em seguida retomas a questão da legislação que não garante por si só a inclusão destes alunos, há uma certa ruptura entre estes dois parágrafos finais e o texto, você poderia trabalhar um pouco mais a coesão e a coerência entre o que estava sendo dito antes. Após a leitura deste texto, que é muito bom, quero enfatizar isso novamente, fiquei com uma questão que deixo como provocação. Se todos os alunos estão progredindo de ano, estão permanecendo na escola e estão nas classes regulares por que você acha que o atendimento a suas necessidades está longe de acontecer?
Abçs,
Daniela

Daniela said

at 4:31 pm on May 13, 2009

Vera,
Em relação a unidade 3 você faz uma importante ressalva em relação ao atendimento disponibilizado aos alunos da rede estadual, uma vez que estes são atendidos quando sobram vagas não ocupadas pelos alunos da rede municipal. Nao tinha conhecimento desta realidade. Lembro que a expressão 'portadores' esta em desuso, sendo substituída por pessoas com deficiência. Há que se fazer um esforço conjunto para reverter o quadro que descreves em sua rede estadual, para permitir o atendimento de qualidade a todos os alunos das duas redes (municipal e estadual). Em seguida contextualizas a rede estadual e apresenta, de forma sintética e objetiva os serviços oferecidos. Muito bom trabalho! Vou sugerir aos alunos da turma que visitem teu dossiê. Lembro que é preciso escolher o sujeito para o estudo de caso.
Abçs,
Daniela

Daniela said

at 12:01 pm on Jun 7, 2009

Cara Vera,
Visitei novamente seu dossiê e sugiro que você reveja os comentários por unidade e faça as alterações sugeridas. Em relação ao estudo de caso é preciso complementar as informações sobre o Rafael. Lembro que devemos utilizar um nome fictício e que é preciso ter um TCI (termo de consentimento informado) assinado pelos pais ou responsáveis pelo aluno para que possamos utilizar as informações. Este termo tem vários modelos que estão disponíveis on-line.
Abçs,
Daniela

Daniela said

at 4:14 pm on Jun 15, 2009

Boa tarde Vera,

Vejo que você esta fazendo as mudanças sugeridas. Aguardo a ampliação das informações de seu estudo de caso com brevidade. Considero realizadas até aqui as tarefas das unidades 1, 2, 3 e parcialmente a atividade da unidade 4. Qualquer dúvida entre em contato.
Abçs,
Daniela

Daniela said

at 9:21 am on Jun 24, 2009

Bom dia Vera,
Sugiro a complementação das informações sobre Rafael com a maior brevidade possível e a observação das postagens anteriores para ver o que é possível fazer ainda no tempo que temos. peço que você me avise por e-mail tão logo tenha feito as alterações para que eu possa postar novo comentário com brevidade.
Qualquer dúvida entre em contato por e-mail ou msn.
abçs,
Daniela

Daniela said

at 10:26 am on Jul 12, 2009

Bom dia Vera,
Você concluiu seu dossiê demonstrando a apropriação de conceitos e leituras,realizando reflexões que envolvem teoria e prática. Caso você queira complementar as informações sobre o Rafael ou alguma parte de seu dossiê, por favor me avise por e-mail.
Bom trabalho!
Um ótimo domingo.
Abçs,
Daniela

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